"A esperança é um dom que eu tenho em mim, eu tenho um sonho amanhã será um novo dia, certamente eu serei feliz"
sábado, 31 de julho de 2010
Eu queria mudar esse quebra-cabeça, mas como se as peças só me levam a um lugar? Eu quero essa pessoa de volta. Mas só ela pode decidir se a volta a fará melhor. Não a volta de morrer, não a volta da distância, ou quilometragem, mas a volta no seu sentido figurado. "Porque tem mudado?" Pergunto cada vez que a decepção vem. E ela vem. A decepção nesse caso é três vezes maior. Será que realmente mudou ou sempre foi assim? E porque sempre perdôo? Tola por amar? Ou burra por perdoar? Porque em certar provações da vida, sou forte e resisto e nessa, me sinto uma mosca próxima a sapos. Ágeis sapos. Lenta mosca. O amor me fez esse ser humano frágil, que me sinto idiota. Perdôo quantas vezes for, porque sei que é mais fácil esquecer essas decepções do que tirar essa pessoa da minha vida. Mas o ruim, é a persistência que os seres humanos tem em errar e não aprender, assim sendo, cometem os mesmos erros várias vezes. Não aprendem a lição, mesmo que saibam de cor e saltiado. ...e isso me faz mal; porque não sei até onde vai minha conta de perdões
quinta-feira, 29 de julho de 2010

Dois olhos que cortam o ar, bem gélido de uma tarde de inverno. Simultaneamente, dois corpos que sabem a causa de ambas existências.
É fácil aprender a amar, desde que essa seja a natureza do individuo amante. Surge, sem que seja possível interferir. É inconsciente, involuntário, incerto, ininterrupto, impreciso, impulsivo.
Mais fácil ainda, apegar-se à outra pessoa, imaginando-a ter conhecido muito antes de vê-la, ou simplesmente reconhecê-la de sonhos esquecidos.
Fácil ainda é apegar-se como um filho apega à uma mãe. Mas libertar não é deixar de amar, e sim mais um sinal, digno de amor.
Eu não sei definir, a causa ou motivo, mesmo que seja aparente, das pessoas quem amo. Nem sei chegar perto da definição exata. Não posso explicar porquê, pois não há nenhuma razão em especial.
Talvez seja como nas músicas: o amor é irracional.
Sei que entre o espaço de conhecer, e de amar, há muito mais do que qualquer humano possa explicar. Há etapas, desde aquele olhar sadio e inocente, até aquele sorriso reprimido, ou flertes.
E a cada dia mais, parece uma bomba, pronta para explodir. E aquela sensação de que pode ser a qualquer momento, chegando às vezes, virar angústia. Acompanhar o ponteiro dos minutos no relógio, olhar de rabo de olho para a pessoa que você ama, e até perceber suas características e seus atos, captando tudo, até o modo de soletrar as palavras em uma frase, ou reagir com uma piadinha inofensiva.
Ás vezes há desejos íntimos, aqueles sonhos que não são tão essenciais, mas não deixam de ser importantes.
Querer que a pessoa sempre se conserve ao seu lado, nunca te esqueça e que te mime em dias insanos.
Não cutuo esses mitos, nem ao menos interfere em minha vida, mas às vezes chego a acreditar em cupidos com seus arcos e flechas, rostos fofos e cabelos encaracolados e que esse simples ato de colocar a flecha no arco, atirá-lo pelo vento com mira e direção, faz com que sejamos reféns desses rostos angelicais, com suas decisões que mudam toda nossa rotina.
Mas apaixonar é cruel.
As barras de chocolates, latas de sorvetes e todas essas guloseimas afastam a ansiedade que nos incomoda desde o mais fundo de nosso íntimo. Depois que acaba, o que nos resta é ficar formulando várias perguntas, uma em cima da outra, algumas sem nexo, embora outras exprimam inocentemente o que estamos sentindo. Às vezes nos perguntamos porque isso foi acontecer justamente conosco, ou às vezes não achamos merecedores de sentir algo tão forte.
É fácil demais ver alguém nos amando. Mas é uma barra para quem ama.
E quando não sabemos o que o outro sente por nós, surge aquela briga entre a razão e o coração. A razão opta por não fazer nada, e o que o coração quer, é extravasar. E sempre você opta pelo coração, mas para disfarce a razão funciona melhor. E a razão vence.
O amor dói. E é uma dor incurável, pois não é física, é psiquica. Não há bulas, remédios com indicações e contra-indicações, não há.
Mas quem sabe amar, tem sorte. Sorte porque nem todos aceitam o amor como ele realmente é. Alguns o prendem, camuflam e torna-se mais angústia ainda.
Como distinguir?
É uma coisa chata, que te ataca, contra-ataca e te vence. Você fica besta e ao ver qualquer vestígio do seu amor, suas pupilas dilatam, a perna treme, borboletas no estômago, sorrisos bobo, um frio pela espinha, mãos e pés suam e seu olhar não diz nada mais que, você também foi uma vítima do amor.
Como distinguir?
É uma coisa chata, que te ataca, contra-ataca e te vence. Você fica besta e ao ver qualquer vestígio do seu amor, suas pupilas dilatam, a perna treme, borboletas no estômago, sorrisos bobo, um frio pela espinha, mãos e pés suam e seu olhar não diz nada mais que, você também foi uma vítima do amor.
Por isso, apesar de todos os efeitos idiotas e vagabundos do amor, ainda considero:
O amor é um luxo.
segunda-feira, 26 de julho de 2010

Eu não sou uma adolescente normal, tenho dito. Tenho algumas coisas que considero incomuns, mas que talvez seja comuns à algumas pessoas. Eu não vivi aquela adolescencia cheia de espinhas, e com vontade de atacar quem é que fosse, se bem que às vezes eu explodo e choro. Mas eu não vivi aquela rebeldia, e que tudo para você é "Não, não está bom, não gosto, não quero, não faço" e advérbios negativos seguidamente por advérbios negativos, e às vezes até inevitavelmente surge em uma só frase: "Não vou não" (como pode gostar de usar tanto um não?) Mas eu sou totalmente estranha. Se já fui rebelde, foi uma rebeldia precoce. Sabe daquelas meninas que tem irmãs mais velhas, e em vez de viver tudo em seu tempo, vive o tempo da sua irmã? Ponha o meu nome em um desses exemplos que me enquadro perfeitamente. Por isso não tive muito dessas rebeldias, claro, durante a adolescencia. Mas tenho alguns surtos muito doidos. Surtos de limpeza, de estudar (preciso estudar, tenho duas provas amanhã e só enrolo!) e eu gosto de estudar (isso é normal?) afinal, prefiro estudar à assistir as babaquices da TV (exceto Viver a vida, cada caso, uma exceção). Tenho surtos de danças. Depois que aprendi a dançar macarena não paro mais. (Ana Maria e Luane que digam), mas são surtos que não fazem mal a ninguém. Há aqueles surtos de atrasos, que quase não tenho, porque calculo meu tempo certo (quanto a isso, sou até organizada!) Há surtos de pesquisas. Sabe aquela palavra que incomoda e fica na mente latejando? Pois é. E ainda tem surtos de curiosidade (...) mas isso é o normal das pessoas. Porém, uma das coisas que sou complexada, totalmente agarrada, é minha paixão por água fria. Está aquele frio de colocar os cabelos em pé, de tremer o queixo, de ouvir os estalos da espinha, mas eu gosto é de tomar banho na água fria. Sem contar que todo mundo me chama de anormal por não gostar de lanche. Sim, não suporto e se for comer um lanche, só como o pão, o ovo e deixo o ketchup. X-tudo, X-salada e Xis xis xis xis xis. De XIS só gosto em FOTOS! E olha que totalmente apaixonada em todos (mania!) E eu costumo falar quando durmo. Pelo menos costumava. Minha irmã reclamava tanto. Mas eu falava de trás para frente, ou uma língua alienígena ainda não decifrada, mas eu não falo coisa com coisa. Sem contar que tem horas que eu durmo no meu quarto e paro no quarto da minha mãe, então creio que sou sonâmbula. E coisas típicas, que qualquer um pode fazer: escovar dentes andando pela casa, sempre que tenho que correr tenho dor de viado (o viado me persegue). Cada um tem um surtinho de vez em quando. Tudo bem que talvez o meu ultrapasse barreiras ou nem chegue perto disso, mas o bom é isso, ter surtos e manias. Eu perfeitamente entendo disso, e vou continuar adquirindo surtos e manias. E sabe que eu não estou nem ligando? A vida é passageira, e talvez como a vida, talvez um dia passe tudo isso, então aproveito enquanto posso. Você pode até viver bem ao lado dos surtos. Os assassinos vivem falando que matou uma pessoa porque teve um surto psicológico ou coisa do tipo, e tem pessoas que tem surto de beijar e saem beijando em uma festa inteira. Ou se você for um caminho-alcoolatra, taí um argumento para a mãe não te deixar te castigo na próxima festa: "Só bebi, porque tive um surto." E não é que o surto ajuda mesmo? Desfrute dos surtos. ;)
domingo, 25 de julho de 2010
A chuva que caía pelo meu cabelo, caía por muitos cabelos lá fora.
A chuva que escorria pelos rostos e borrava meu lápis de olho, e que por sinal, demorou pra pegar, caía em muitos rostos lá fora.
E isso que podia estar muitas pessoas se divertindo lá na chuva, com braços abertos e cabeça em direção ao céu, e muitas pessoas se refugiando debaixo de qualquer coisa que impeça a chuva: lojas, supermercados, bares...
Talvez tenha alguns casais apaixonados, na tentativa de um beijo romântico igual ao de Mary Jane e Peter Parker.
Pois é, dia chuvoso e frio. Agora um pouco de drama, o que eu quase não adoro (e um pouco de ironia!): se não construiram a arca de Noé, podem começar, pois o dilúvio está prestes a começar.
Por mais que a chuva venha, deixa o dia nublado e sem as cores que o sol enfatizaria, depois da chuva, o dia sempre volta a clarear.
Aquele céu mais vivo, o cheiro de terra molhada, aah o cheiro de terra molhada! As ruas cintilantes e brilhantes, tudo passa por uma transformação.
Até a água escorrendo do telhado torna-se algo admirável de ver.
Quando criança, achava que era lágrimas, lágrimas que escorriam do céu.
Enfim, talvez alguns vejam a chuva como algum fenômeno meteorológico, outros vibração ou força da natureza, outros a definem como gotículas de água condensadas que voltam para a superfície terrestre, mas em vez de procurar explicações, definições básicas, prefiro sentir.
Senti-la.
Maaaaaais como minha irmã de diz sempre :"Vale um resfriado, por um banho de chuva",rs.
sábado, 24 de julho de 2010
Uma lembrança mística de alguém, isto é, a entrada e saída de uma pessoa na vida de outra pessoa. Cada pessoa tem uma essência, uma particularidade marcante. Seja olhos claros, covinhas, cabelos longos, chegando até a simplicidade da alma, o jeito com que sorri diante de circunstâncias pesadas, o modo de ultrapassar os problemas, o modo de vê-los, ou o modo de superar a derrota. E são essas particularidades, que ao entrar na vida das pessoas, deixa marcante, como um ícone. Um alerta automático. Ao ouvirmos coragem, associamos à alguém que conhecemos e que é corajoso. O mesmo com derivados e adjetivos. Em cada pessoa tem um pedacinho de outras pessoas, pois aprendemos com os erros dos outros e sugamos essas qualidades, adquirindo-as. E quando ao contrário, a saída de uma pessoa na sua vida, mesmo diretamente ou indiretamente, ou outras subclasses, como: necessidade ou superficialidade, inevitável ou precisão. A questão é que, muitas vezes, dói. Quem dera se fosse indolor, sofrimento seria poupado. Quando maior o afeto, pior. E na verdade, o ruim é saber que é uma dor psicológica, inadiável, sem nenhum remédio específico. Mas o tempo faz, não necessariamente que se esqueça, porém as recordações tornem-se foscas, como se fosse um sonho, ou algo que já passou há muito tempo. Isto quando é objeto de uma mágoa, e frutração de expectativas. Ao retirar alguém da sua vida é como em cissiparidades, o sentimento esvai-se, havendo divisão, sem que seja um sentimento completo. Como se algo estivesse verdadeiramente faltando. Ao contrário, quando não há aquele peso no coração, o sentimento prevalece, assim como bactérias patogênicas se enclausuram por muito tempo, sendo assim, a amizade permanece intacta. Pode passar anos sem que você fale, desabafe, lembre, ou se quer note, mas prevalece o que está no seu coração. E ao voltar, volta com toda energia de antes. Sabe-se lá, mais forte. dedico com muito carinho aos meus melhores amigos: Julianny T. & Lucas A.
sexta-feira, 23 de julho de 2010

as linhas registradas, à lapis, ou caneta em uma viagem qualquer. O momento, ocasionalmente simples.
O que são vinte e quatro horas na vida de uma pessoa?
Tudo isso depende do contexto com que se abrange.
Um dia passa muito rápido quando está na infância, ou juventude. Temos que fazer tantas coisas que o tempo não apenas passa: voa sem deixar vestígios. E como passa...
Agora se vermos para quem está no fim da vida, as vinte quatro horas, que passa depressa sem explicação, faz uma grandiosa diferença.
Quem antes de dormir, pára e pensa em tudo o que aconteceu durante o dia? Faz um flashback que os filmes tanto exploram?
Assumo. Eu não faço e nem lembro de fazê-lo.
Mas de fato, sei, que cinco minutos fazem uma diferença enorme, então certamente imagino que vinte quatro horas faça maior ainda.
E depois, as lamuriações. Já? Passa-se os anos e já? Parece que entramos em piloto automático, e nem notamos o que fazemos, o que fizemos, o que faremos(...)Simplesmente fazemos, sem notar, por obrigação, por vontade, por uma causa: comum.
Já tenho isso tudo de idade? Como foi meus vinte três anos? Onde eu estava? Eu estava mesmo lá?
E somos obrigados a perguntar às pessoas, quando na verdade, nós quem deveríamos saber.
Nem lembramos de respirar direito. Exalar, soltar, exalar, soltar. Fazemos o movimento, mecanicamente.
Durante essas vinte quatro horas, lutando dia-a-dia. Seja em prol de um objetivo, meta ou por rotina. Correndo átras de nossas opções, sonhos e atividades corriqueiras.
Sabe-se lá, talvez, nem sobra tempo para agradecer por mais um dia de vida.
Porque somos robôs ambulantes movido à nossa vontade (:
dedicadando essa postangem á minha nova amiga Nanie soares ♥
quinta-feira, 22 de julho de 2010

Primeiro a circunstância. Logo, você automaticamente julga se é boa ou ruim. Na maioria das vezes, mesmo sabendo que abrange outras pessoas, outros destinos, não pára para pensar se será benéfico ou não para as pessoas inclusas, mas claro, pensa imediatamente se é benéfico para você. Depois da auto-classificação, ou você se torna vítima ou privilegiado. Talvez nem se encaixe numa dessas duas, talvez se torne acusador. Quando tudo vai de mal a pior, quando não há jeito de mudar essa circunstância e simultâneamente, se for maléfica e irremediável, surgirá a sensação de vitimada. Isto é, "eu não merecia isso... eu não sei se consigo, eu não... eu..." Não é questão de merecimento. Se você estiver passando por algo, qualquer que seja a dimensão do problema, não adianta chorar, ou não enxergar o óbvio a frente. Deus não dá peso maior a cruz das pessoas do que elas suportarão.Mas a pergunta primordial é "Você é vítima ou finge ser?" Se quer saber, ambos diferem imensamente.
E o privilegiado é certamente aquele que tem o rei na barriga, o ego maior que o olho, ou que seja. A verdade é que, não se importa nem um triz com os outros, estando ele bem. Não confunda auto-estima com egoísmo, pois ambos possuem proporções distintas. E sendo próprio de sua atitude, vai escolher o que melhor convir-lhe, ou usando palavras mais diretas, o que mais beneficiar, mesmo que não beneficie a mais ninguém. E a sobra: o acusador. Muitas vezes de vítimas, passamos a ser acusadores. Não sei o pior, acusador ou egoísta, e nem cabe a mim saber, já que há atos em que possamos sê-los e não enxergamos. Como sempre, as circuntâncias quem diga. Acusar tem uma breve associação com "dedo na cara", culpar alguém, ou algo, talvez até sem evidências. Porém como diz uma velha música: "Não quero ser vítima das circunstâncias" E muitas vezes nos fazemos de vítimas, sendo que não somos acusados, e logo, sem perceber, acusamos a má sorte, o tabu, o modo com que as coisas foram encaminhadas, enfim, algo sempre costuma a ser acusado. Deve, portanto, respeitar a decisão, mesmo que seja a mesma, de gênero egoísta, pois do mesmo modo, estaremos sendo acusadores.
quinta-feira, 15 de julho de 2010

"O amor caminha junto com o ódio."
Alguns dizem que essa frase não é verídica, mas eu acho que sim.
Amor ou ódio? Ambos são sentimentos fortes, e por ser sentimentos fortes, nos fazem sentir algumas emoções em que é inevitável.
O que de fato nos ensinam é a clara definição "O que é amor?" "O que é ódio?" baseado em dogmas e ceticismo. Mas não ensina que ambos ferem, que ambos tem mais poder do que uma arma, do que dinheiro, do que... qualquer coisa. O ódio só traz uma camada de mal-estar e males psiquicos e físicos, pois não adianta não gostarmos de alguém. Essa pessoa, nem se quer lembra de você enquanto você fica amaldiçoando-a. O amor? É trágico para quem ama e quem é amado. Quem ama tem a chance de ser ou não ser correspondido. E que é amado tem a chance de corresponder ou evitar. E alguns ainda brincam com o sentimento dos outros, ora correspondendo, ora evitando.
Tudo bem, para toda regra, uma exceção. Ou uma exceção da exceção.
Entretanto, ainda acho que os dois são a mesma coisa. Nós é que depositamos uma taxa de paciência a mais no amor, e tiramos do ódio. E de fato, ao sentir ódio, ainda temos um acréscimo: a raiva.
Então, também acredito pessoas que se odeiam, isto é, reciprocamente, podem, futuramente, talvez, poder ser que, hipótese, amar um ao outro.
Não sou mestre, doutora nesse assunto, porque tento não deixar da mágoa, passar para o ressentimento e MUITO menos passar para o ódio.
Mas se eu falar que não tenho nenhuma mágoa, veja: minto.
E quem não tenha, se candidate a papa! (Olha que acho que até mesmo o cargo eclesiático mais alto tenha alguns ressentimentozinhos), já que ressentimentos são inevitáveis, pois temos uma facilidade em dizer coisas sem pensar, atos arriscados e até atos que para nós parece ser insignificante e não nos colocamos na postura do outro. E é claro que falamos e fazemos. Nós somos os agentes das ações, e a mágoa é sentida pelos alvos, sendo fruto das nossas falas e fatos.
E acontece em milésimos de segundos, mas talvez ocasionará consequências incontáveis :/
sábado, 10 de julho de 2010

É pleno sábado. Alguns estão se arrumando para ir a algum barzinho,u a alguma festa de 15 anos, ou da priminha mais nova, e os metropolitanos, para uma boate.
Enquanto isso a lua se ergue no eixo mais alto do céu, sua luz ofuscando e tirando o brilho das estrelas ao redor.
enquanto isso eu estou aqui,pensando no que vai ser daqui há alguns dias, de férias. mais serão mais entediantes do que as ultimas, pensando no amanhã. ou quem sabe no futuro.
pensando coisas, e muitas coisas de cada uma um pouco.
talvez ainda há um rastro de esperança nas horas que se passam de algo bom ou começo de açgo novo que ainda está por vim.
quinta-feira, 8 de julho de 2010

Acordei mais ou menos. Olhei no espelho e me vi mais ou menos, e apesar disso tudo, houve uma repercussão de mais ou menos.
Coloquei uma roupa mais ou menos seguido por uma sandália mais ou menos. Usei meu batom mais ou menos.
Meu café da manhã foi mais o menos, e ao olhar para o céu, ele não estava tão bonito, como rotineiramente, e lá se via um mais ou menos.
O tempo era mais ou menos, isto é, alguns minutos eu jurava ter passado séculos, enquanto outros, voavam sem que eu notasse que do azul-cinza neblinoso do céu, se via um céu radiante, mas ainda assim estava mais ou menos. Meu dia foi mais ou menos.
Ouvi uma música mais ou menos, talvez Nickelback, talvez Creed, mais ou menos isso.
Encontrei amigos mais ou menos, à mais ou menos 17:30h quando o sol já estava se pondo. Decidimos, mais ou menos, ver o pôr-do-sol. Tingia o céu de mais ou menos laranja-arroxeado. E é claro que vocês imaginam o termo certo a descrevê-lo: Mais ou menos.
Então eu descobri que mais ou menos era a minha insatisfação, não com a vida, mas comigo.
E no meio dessa descoberta, ainda intercalada, havia outra descoberta que foi mais válida, pois cheirava ares de mudança:
Eu descobri que eu podia fazer MAIS do que eu fazia.
Do mais ou menos, retirei o menos, e hoje não vejo pôres-do-sol mais ou menos, não tenho uma vida mais ou menos, não tenho amigos mais ou menos. Mudei meu hábito de vida e readiquiri novos hábitos que fizeram eu tirar a ilusão de que minha vida era mais ou menos, e é claro que em torno dessa mudança, sigo minha vida, tentando viver mais, intensificá-la ainda mais e me reajustar conforme manda a música, querendo mais e mais, e não apenas me contentando com a limitação do menos.
quarta-feira, 7 de julho de 2010

Tinha tudo para ser perfeito:/, mas como o próprio verbo soa, não conseguimos alcançar essa perfeição e claro que com o auxílio de alguns fatores. Diminutos fatores que na hora de serem somados, se juntam e se formam um batalhão, um batalhão contra minha boa sorte.
E nessas horas, a única coisa que eu queria era enclausurar no meu quarto e chorar até que as paredes não conseguissem suportar eu e minhas lágrimas angustiadas.
Também me contentaria se eu virasse oxigênio, de uma hora para outra, e encher o pulmão de algum individuo feliz.
Mas não tenho tanta sorte, e nem se quer uma parcela de sorte. Quem dera tivesse, eu também me contentaria.
A única coisa que posso ver, é um dia perdido, que tinha tudo para ter sido diferente. Desde o momento em que amanhã não tem aula, até o momento que é a véspera do grande dia: meu presente de aniversário retrasado do meu pai.
O que era uma véspera contente, de filmes, sorrisos e sem espaço para qualquer chororô, apenas tornou-se uma noite sombria, deixando meu pesamento de noite feliz entrar em atrito e voltar-se a realidade, que de fato é menos agradável.
E lá se vai, um minuto para a Terra terminar seu movimento, e resta-me apenas esperar, sentada na cama, essa angústia dissolver e se tornar mágoa, e em outro dia em que eu estar menos fragilizada, superar ou guardar para o dia que poderia ter sido um dos melhores, mas foi só um transe ilusitório.
ah eu só espero que amanhã seja beem melhor e O que for de ser, Será (yn'
terça-feira, 6 de julho de 2010

Apenas o vazio. Ou o vazio que sentimos, de vez em quando, para lembrarmos o quanto somos pequenos diante do mundo, ou o vazio, por sentirmos que somos matéria, e como a matéria, um dia acaba. Não tem tempo, não tem momento. Chega e se apossa de nós, sem pedir licença, encontrando um espaço, junto aos nossos pensamentos e este cedendo. De uma escala, de um a zero, qual é a chance de sair, bem, forte, e viva dessa vida? NADA. Mas também nada que desanime. Justamente por não sair viva, aproveite enquanto esteja. Outrora, nada faz sentido. É preciso ver para crer. Do tipo: "Será que existo?" E aparece o vazio, o nada, o branco de tudo que você viveu. É preciso você olhar para si mesmo para crer em sua própria existência. Mesmo sentindo o ar saindo dos pulmões, a roupa tocando na pele, o momento é surreal, e de fato, incompreensível. Como é tão fácil esquecermos quem somos e tão dificil acharmos uma definição exata de quem sejamos. Como a mente é tão poderosa, a ponto de enganar, trapacear o próprio corpo que a leva. Apesar de dentro de nós, fluir pensamentos (e muitos!) e o organismo estar realizando todas suas funções, simultaneamente, quando este vazio chega, nos deixando melancólicos, nada disso é ponderável, pois trata-se de um sentimento, algo psicótico. Mas, afinal, a vida é isso aí. Tem seus altos e baixos. Do mesmo jeito que você tem momentos bons e justamente nesses momentos surgem sentimentos agradáveis, a vida tem momentos ruins, que servem para reflexão do nosso próprio eu, e que por acaso, precisamos lidar com esse sentimentos ruins e transformá-los em bons. Então transforme-os, e mude totalmente essa pilhagem de dias ruins. Passe do negativo para o positivo, e do vazio evoluirá gradativamente. eu sei qê dias melhores virão , e como uma velho amigo meu Lucas diz "tudo vai ser como antes" (yn'
domingo, 4 de julho de 2010
Nas minhas breves retrospectivas anuais, lembrei da 8ª série , em que uma amiga disse:
"Quando você acha que é a única pessoa no mundo que tem problemas, você se engana."
As pessoas são assim. Se encondem átras de sorrisos, abraços, gargalhadas, piadas e no entanto, o que elas necessitam é de uma resolução, de um colo, de um conselho de pai, de um sorriso caliente de uma mãe.
E nesses esconderijos, cada pessoa individualiza seu problema, fazendo com que cada um tenha o seu e foda-se o resto. Ninguém nunca percebe que o outro tem problemas, e pensa que apenas ele possui, e muitas vezes, dificulta a vida do outro.
Essas pessoas, são assim como eu, como você, assim como minha família, meu colega de sala de aula que pega trabalhos prontos, assim como um colega de trabalho que manda o outro fazer, o que na verdade deveria ser feito por ele.
Em vez de solucionarmos os problemas juntos, álias, duas cabeças pensam mais que uma, imagine muitas, dificultamos ainda mais o trabalho árduo do outro. Depois disso ainda nos chamam de seres racionais...
Entretanto, de inicio, sempre somos assim. Todos passam por uma fase rebelde. Aqueeela mesma fase que você quer pintar o cabelo de tonalizantes, usa all stares, pinta a unha de preto. Sim. Não é emo, não é gótico. Ou talvez seja, depende do que a pessoa quer realmente ser, mas estamos vulneráveis a qualquer tipo de ataques repentinos. Estamos mais, realmente revoltados com a vida. Pai e mãe são ruins e não gostam da gente, ou se gostam, nossas vistas estão com tapa-olhos e não percebemos. Nesses momentos, realmente achamos: Poxa, porque sou o único que tenho problema?
Talvez porque você queira ver a vida assim. Talvez se você tirasse essa máscara de revolta, você percebesse, que há um mundo que gira, que há pessoas nele e que nessas pessoas, há problemas de todo o tipo de dimensão, forma, modo e que você está no mundo para aprender a lidar com esses problemas, e sempre haverá um, queira ou não. Nem mesmo se você se isolar em Plutão, sem ninguém para te encher o saco você vai se livrar deles, até mesmo porque vai haver outros problemas: o isolamento e a solidão.
só postarei talvez terça feira. :* :*
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