quinta-feira, 16 de junho de 2011

Foram sequências seguidas de fatos. Mas nada que eu lembre o bastante. Tento apagar da memória fatos que me faz ficar por horas remoendo e achando que: "Poderia ter sido diferente."
Tudo que me faça ficar esgotando a paciência, achando um conserto para algo, que digamos, não tem probabilidade de acertos.
Chorava, no íntimo. Ria, na superfície.
Estranho. Não sei expressar o que sinto por caras. Antagonismo: aparência e sentimento.
O nó na garganta acumulado por alguns meses, quando, o que mais queria era chorar. Me fiz forte. Me fiz tolerante, a todo instante.
As lágrimas que quase brotavam, ficavam perdidas no caminho.
O pensamento que me guiava em uma direção, desviava, na tentativa imbecil de evitar recaídas.
O nó aumenta de dimensão.
Ele me pergunta. Reflito.

segunda-feira, 13 de junho de 2011



Dez passos. Estava a apenas dez passos de você e, ainda assim, eu não me movi. E falando assim, até parecia fácil vencer a distância e ficar frente a frente com você. Eu sabia que não era. Fiquei apenas ali, observando, criando uma melodia. Eu podia lhe conquistar com country ou eu podia tentar com blues. Qualquer música pra chamar a sua atenção; algo para dizer que eu correria milhas e milhas, que eu cruzaria o mundo e mudaria a sua vida para sempre, se uma musica pudesse lhe conquistar. Quando você perceber o meu olhar, eu vou virar o rosto e sorrir, porque não era pra você notar. E enquanto isso, eu estou cantando na minha mente, rezando para conseguir você com rock and roll, porque eu tentarei de tudo, só para ter seu sorriso direcionado a mim. E se eu dissesse que adoro esse teu jeito de falar e caminhar, muitos diriam que eu estou apaixonada, porque meus olhos estão brilhando toda vez que eu digo seu nome. E é por acaso que eu sei a sua música favorita; não posso evitar ouvi-la toda vez que você começa a cantarolar. Ah, se você soubesse… Se soubesse que eu preciso me distrair para conseguir parar de pensar no seu sorriso e que eu me perco em seus olhos. Ah, se essa música pudesse me trazer você… Minhas asas cansaram de lhe perseguir, mas eu continuo cantando, porque a canção me leva até você. Apenas olhe para mim; se você pudesse apenas olhar para mim, eu teria certeza que até mesmo uma valsa o conquistaria, acredite. Eu caminharia sobre o oceano e cantaria na rádio. Ah, se essa música pudesse me trazer você.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

As pessoas apostam o cárater em títulos, ficando, muitas vezes, escondidos átras desses. Para tudo que há, sempre existe títulos. Mas, não podemos julgar as pessoas, se não, tivermos mais do que provas, a convivência de que aquela pessoa é realmente do jeito que julgamos, e não apenas nossa primeira impressão, ou a expressão: "meu santo não bateu com o dela". Não podemos deixar, equivocadamente e por mero orgulho, de conhecer alguém, só por achar que essa pessoa não merece nem uma palavra do que você diga. Nada disso. Não somos tão arrogantes a ponto de fecharmos às portas para as pessoas. Devemos dar a oportunidade de conhecê-las, e não somente você vai estar dando oportunidade à elas, como estará dando oportunidade à você mesmo. Não podemos simplesmente chamar alguém de incopetente, sem sabermos o que essa pessoa faz. Não podemos chamar alguém de gorda, somente para magoar. Não podemos julgar as pessoas e chamar de homossexual, sem ter provas concretas. E mesmo que tenha, o respeito prevalece, pois temos que aprender a conviver com as nossas diferenças. E se você já fez isso um dia, apenas pense: Sendo um tanto dramática, mas sendo igualmente direta; Você talvez destruiu a vida social de uma pessoa. Porque há certas pessoas, que após uma crítica, seja ela construtiva ou não, não consegue mais relacionar com as pessoas, por sentir-se inferior. Isso por causa de apenas uma crítica: imagine o que uma crítica pode causar. Tome cuidado com as críticas feitas, e aposte em construtivas, mas tente passar críticas construtivas com resoluções. E feche às portas para tudo que for tipo de preconceito, afinal, o bom é termos essa variedade de pessoas, para não cair no tédio ou mesmice.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Diante de todos esses cacos de vidros, espinhos sem rosas, galhos sem folhas, logo vai perceber. Um dia. E talvez esse dia vai ser o mesmo que o meu. Talvez seja hoje.


Abrir os olhos a realidade. Soa triste. A realidade não é sempre, uma coisa agradável.
A verdade que é o mundo e você.
Não existirá a todo momento alguém para passar a mão na sua cabeça, embora seja o modo mais prático de arranjar-se com as coisas.
Não existirá a todo momento alguém que diga que está tudo bem. que tudo vai passar e que um dia você vai estar rindo da mesma situação que hoje é uma das piores(...) Uma das suas piores experiências. Você vai ter que ver com os seus próprios olhos e chegar ao ponto de partida: sobrevivi.
É dificil saber que você está sozinho. Ninguém poderá tomar suas dores, não poderá tomar o seu lugar, e passar pelas experiências que você deverá passar. É a lei da vida. Essas experiências é, definitivamente, para o seu crescimento moral, intelecto e psíquico.
E a psicologia está aí: em tentar alcançar as metas, mesmo que não tenha alguém que te equilibre: que ao mesmo tempo em que te faz tocar nas nuvens, faz você ver que seus pés estão inteiramente no chão.
Saiba a verdade. Isso é tão ilusivo. As pessoas resgatam em nós o que temos de melhor. Faz querer alcançar o inalcançavel. Faz sorrir, mesmo com o cansaço batendo na porta. Faz querer desafiar o mundo, a natureza, o universo. Faz querer desafiar a si mesmo e resgatar nossa capacidade de compreensão, de entendimento, de sabedoria. Faz amar, e querer mais.
Essa é a parte boa.
Agora começa as más notícias: E essas pessoas não estarão 24h te conduzindo pelo tapete vermelho reluzente. Não estarão te guinado pelo túnel escuro. Não estarão te amparando com um guarda chuva em pleno temporal. Elas não estarão disponíveis todas as vezes que o desafio bater em sua porta.
A resposta está em você. Você que move montanhas, você que sabe o seu ponto frágil, Você que repara nas mudanças em sua fisionomia. Você que se conhece por completo e sabe as atitudes que regorzitarão em seguida.
A verdade, daquelas que mais importam, é que você vai ter que se virar. Cairá, quebrará todo o seu coração e não terá quem junte os pedaços, terá vontade de pedir socorro, terá vontade de dormir, dormir, dormir e apenas dormir. Duvidará de você mesmo. Questionará sua lucidez. Desejará leite quente até espumar a boca, vai querer voltar no tempo e tentar uma nova perpectiva de vida. Terá idéias medíocres e vai querer ser todos, exceto quem é. Colocar-se-á constantemente no lugar dos outros e perceberá que seria bem melhor em todos esses lugares, menos, temporariamente, dentro de você. Causa? A constante briga entre razão-coração e desafios em sequência.
Mas a causa, a consequência e o começo dependerá de apenas uma pessoa.
E querendo ou não, é você.
Porque a vida é isso aí, sinto-lhe em informar. Virar protagonista de desenho animado, e se não tirar o melhor das situações, os questionamentos sobre sua lucidez, deixará de ser um questionamento.




Ninguém nunca disse que seria fácil.


Infelizmente.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal.

A felicidade do natal estampado em caras e caricaturas.
No rosto das crianças carentes, dos idosos calvos, paraplégicos, dos esfomeados moradores de ruas, dos necessitados.
Se quer saber, são esses que são simbolos de arduidade e coragem.
Digo porque, cansei de ver 364 dias do ano, a cegueira das pessoas aos problemas humanitários. E nesse um dia que resta, desde então, vestem a camisa da SOLIDARIEDADE.
Considero tudo isso o próprio declínio da humanidade. Não seria bem melhor usar os 364 dias para fins humanitários?
É uma obrigação do ser humano preocupar-se com o próximo, com o seu semelhante. Ainda mais, ao tratar-se dos problemas que alguém passa, já que, várias pessoas formam a sociedade e se um individuo desta mesma sociedade passar por quaisquer tipos de problemas, o principal objetivo de toda essa estrutura, é minimizar as falhas, e fortalecer o grupo, em geral.
Ás vezes me sinto idiota, ao fantasiar um mundo que não existe preceitos do egoísmo. Atribuo todos os males do mundo ao egocentrismo, que já é um anexo ao cárater humano. Alguns aderem. Outros, felizmente são mais perspicaz. O mal do doente é a sonegação ao remédio. O mal da pobreza, é a distribuição desigual dos valores materiais. O mal da tristeza, é a indiferença de um sorriso, fruto de ações errôneas. O mal de um paraplégico, é o erro humano. O mal das pessoas, encontra-se exatamente dentro delas.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

As variedades da Jéssica.
Existe aquela Jéssica meiga, que sabe respeitar as pessoas, as opiniões, e fica quieta na dela. Existe aquela raivosa, que se sente no direito de reclamar, mesmo que não haja nada para aceitar as tais reclamações e responde com raiva!
Existe aquela Jéssica feliz, que vive bem com a vida, e jamais deixa o tapete antiderrapante escapar dos pés. Mas existe aquela mesma Jéssica, melancólica e as vezes triste, pelas peças que a vida prega, e pelos desafios que ela não sabe a resposta certa...
Também existe mais variedade. Desde daquela que fala muito, tagarela, e tagarelando não pára jamais. E então, existe aquela que prefere o silêncio, que em vez de cultivar o poder da fala, prefere o do silêncio e observação. Acho que a segunda sabe muito mais o que acontece em meio das pessoas.
Existe quem diga, que há uma Jéssica, tonta. Não sinceramente tonta, mas fala coisas absurdas e sem nexo. Mas também há uma perspicássia, na qual cutua bons livros, ama o meio ambiente, estuda as vezes por prazer ou não!, lê jornais revista etc.
No amor, é uma contradição. Ama demais, se apega, lança, o aceita. E encontra a contradição no fato de ter repentinas melancolias, e odiar melancolia. Mas no fundo, adora um "eu te amo" e como resposta "eu te amo mais" mas tem uma certa timidez em exprimir, por se sentir fraca, mas sabe que é mais forte por isso.
Sabe coincidir quando há cócegas no coração, e por isso, nada mais é, a verdade dos sentimentos.
Há uma Jéssica forte, capaz de desafiar o amor, o destino, o futuro, a verdade e tudo entre os mais. Mas há uma a fraca, que deixa ser movida por sentimentos, e que tem um enorme medo do futuro.
E assim, vai se formando algumas Jéssicas, com algumas características antagônicas, mas que apesar de tudo, com a união, fazem formar o que se tem aqui: uma Jéssica que ama, evitando, que diz, ouvindo, sabe, não sabendo, chora, de alegria e o mesmo ao contrário, entende, desafiando, arranja, de última hora, encontra, perdendo, perde, ganhando e assim, apesar de tudo, sabe que uma característica não a torna, necessariamente, o que tem de ser. Se quer saber a verdade, é repleta de oposições.