Foram sequências seguidas de fatos. Mas nada que eu lembre o bastante. Tento apagar da memória fatos que me faz ficar por horas remoendo e achando que: "Poderia ter sido diferente."
Tudo que me faça ficar esgotando a paciência, achando um conserto para algo, que digamos, não tem probabilidade de acertos.
Chorava, no íntimo. Ria, na superfície.
Estranho. Não sei expressar o que sinto por caras. Antagonismo: aparência e sentimento.
O nó na garganta acumulado por alguns meses, quando, o que mais queria era chorar. Me fiz forte. Me fiz tolerante, a todo instante.
As lágrimas que quase brotavam, ficavam perdidas no caminho.
O pensamento que me guiava em uma direção, desviava, na tentativa imbecil de evitar recaídas.
O nó aumenta de dimensão.
Ele me pergunta. Reflito.
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