Natal.
A felicidade do natal estampado em caras e caricaturas.
No rosto das crianças carentes, dos idosos calvos, paraplégicos, dos esfomeados moradores de ruas, dos necessitados.
Se quer saber, são esses que são simbolos de arduidade e coragem.
Digo porque, cansei de ver 364 dias do ano, a cegueira das pessoas aos problemas humanitários. E nesse um dia que resta, desde então, vestem a camisa da SOLIDARIEDADE.
Considero tudo isso o próprio declínio da humanidade. Não seria bem melhor usar os 364 dias para fins humanitários?
É uma obrigação do ser humano preocupar-se com o próximo, com o seu semelhante. Ainda mais, ao tratar-se dos problemas que alguém passa, já que, várias pessoas formam a sociedade e se um individuo desta mesma sociedade passar por quaisquer tipos de problemas, o principal objetivo de toda essa estrutura, é minimizar as falhas, e fortalecer o grupo, em geral.
Ás vezes me sinto idiota, ao fantasiar um mundo que não existe preceitos do egoísmo. Atribuo todos os males do mundo ao egocentrismo, que já é um anexo ao cárater humano. Alguns aderem. Outros, felizmente são mais perspicaz. O mal do doente é a sonegação ao remédio. O mal da pobreza, é a distribuição desigual dos valores materiais. O mal da tristeza, é a indiferença de um sorriso, fruto de ações errôneas. O mal de um paraplégico, é o erro humano. O mal das pessoas, encontra-se exatamente dentro delas.
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