sexta-feira, 23 de julho de 2010


as linhas registradas, à lapis, ou caneta em uma viagem qualquer. O momento, ocasionalmente simples.

O que são vinte e quatro horas na vida de uma pessoa?
Tudo isso depende do contexto com que se abrange.
Um dia passa muito rápido quando está na infância, ou juventude. Temos que fazer tantas coisas que o tempo não apenas passa: voa sem deixar vestígios. E como passa...
Agora se vermos para quem está no fim da vida, as vinte quatro horas, que passa depressa sem explicação, faz uma grandiosa diferença.
Quem antes de dormir, pára e pensa em tudo o que aconteceu durante o dia? Faz um flashback que os filmes tanto exploram?
Assumo. Eu não faço e nem lembro de fazê-lo.
Mas de fato, sei, que cinco minutos fazem uma diferença enorme, então certamente imagino que vinte quatro horas faça maior ainda.
E depois, as lamuriações. Já? Passa-se os anos e já? Parece que entramos em piloto automático, e nem notamos o que fazemos, o que fizemos, o que faremos(...)Simplesmente fazemos, sem notar, por obrigação, por vontade, por uma causa: comum.
Já tenho isso tudo de idade? Como foi meus vinte três anos? Onde eu estava? Eu estava mesmo lá?
E somos obrigados a perguntar às pessoas, quando na verdade, nós quem deveríamos saber.
Nem lembramos de respirar direito. Exalar, soltar, exalar, soltar. Fazemos o movimento, mecanicamente.
Durante essas vinte quatro horas, lutando dia-a-dia. Seja em prol de um objetivo, meta ou por rotina. Correndo átras de nossas opções, sonhos e atividades corriqueiras.

Sabe-se lá, talvez, nem sobra tempo para agradecer por mais um dia de vida.
Porque somos robôs ambulantes movido à nossa vontade (:
dedicadando essa postangem á minha nova amiga Nanie soares ♥

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