sábado, 24 de julho de 2010

Uma lembrança mística de alguém, isto é, a entrada e saída de uma pessoa na vida de outra pessoa. Cada pessoa tem uma essência, uma particularidade marcante. Seja olhos claros, covinhas, cabelos longos, chegando até a simplicidade da alma, o jeito com que sorri diante de circunstâncias pesadas, o modo de ultrapassar os problemas, o modo de vê-los, ou o modo de superar a derrota. E são essas particularidades, que ao entrar na vida das pessoas, deixa marcante, como um ícone. Um alerta automático. Ao ouvirmos coragem, associamos à alguém que conhecemos e que é corajoso. O mesmo com derivados e adjetivos. Em cada pessoa tem um pedacinho de outras pessoas, pois aprendemos com os erros dos outros e sugamos essas qualidades, adquirindo-as. E quando ao contrário, a saída de uma pessoa na sua vida, mesmo diretamente ou indiretamente, ou outras subclasses, como: necessidade ou superficialidade, inevitável ou precisão. A questão é que, muitas vezes, dói. Quem dera se fosse indolor, sofrimento seria poupado. Quando maior o afeto, pior. E na verdade, o ruim é saber que é uma dor psicológica, inadiável, sem nenhum remédio específico. Mas o tempo faz, não necessariamente que se esqueça, porém as recordações tornem-se foscas, como se fosse um sonho, ou algo que já passou há muito tempo. Isto quando é objeto de uma mágoa, e frutração de expectativas. Ao retirar alguém da sua vida é como em cissiparidades, o sentimento esvai-se, havendo divisão, sem que seja um sentimento completo. Como se algo estivesse verdadeiramente faltando. Ao contrário, quando não há aquele peso no coração, o sentimento prevalece, assim como bactérias patogênicas se enclausuram por muito tempo, sendo assim, a amizade permanece intacta. Pode passar anos sem que você fale, desabafe, lembre, ou se quer note, mas prevalece o que está no seu coração. E ao voltar, volta com toda energia de antes. Sabe-se lá, mais forte. dedico com muito carinho aos meus melhores amigos: Julianny T. & Lucas A.

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