Ás vezes, é tão fácil reparar em como uma situação é tão engraçada.
Mesmo que essa mesma situação tenha sido um mico, ou uma risada íntima de algo que você viu, pensou, ou de uma situação que desesperadamente pede para sufocar o tal riso a tal ponto que faz com que você ri mais e mais, do embaraço da situação.
E sabe, é uma situação extraordinariamente inexplicável. Tão espontâneo que só permite alguns alongamentos dos músculos e logo saí, aquele riso, em meio a um meio sorriso.
Talvez haja classificações de como os sorrisos aparecem, ou talvez rotulações, algo que possa diferenciar de um sorriso pertubante ao pertubador, sorriso coragem e encorajador, sorriso espôntaneo e forçado, ou um sorriso que não mostra nada, nem o íntimo, a alma, muito menos um branco entre lábios.
O que mais é adorável, é que em onde é que se vá, há duas pessoas sorrindo, três dispostas a sorrir, quatro sorrisos sem vontade e algumas meia-dúzia de sorrisos forçados.
Mas mesmo sendo sorrisos rotulados de acordo com as condições (favoráveis ou desfavoráveis), sorriso é sorriso, e a essência que o traz, é pacificadora. Talvez nem tanto de quem o faz, mas de quem o recebe, de quem o vê, de quem o sente.
Nossa rotina é tão estupidamente rápida, que não dá tempo nem para meias palavras. Imagine então, meios sorrisos(...) Então quando os vejo, me sinto tão bem, porque tudo coinciliou para que ele aparecesse: o tempo, as condições e os músculos.
Enfim, não creio que as virtudes sejam tão importantes na vida. Pois há quem consiga viver também com os defeitos. Mas acho, sinceramente e de todo fundo do meu coração, que um sorriso chega a ser tão importante na vida, como um cérebro, um pulmão, pois ele constantemente cabe entre o espaço de acontecer e não acontecer, existência e inexistência e esse espaço apesar de grande, sempre abre barreiras, entra na contra-mão e entra em contradição no aspecto dos nãos, e aparece, simples e inesperado. Talvez como um pedido de boa vontade,rs.
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